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Suspeitos são presos no Pará por aplicar golpe com boletos e causar prejuízo de mais de R$ 50 mil a empresa em Goiás

Operação último boleto cumoriu mandados no Pará contra suspeitos de golpe em Goiás Polícia Civil do Pará/Divulgação A Polícia do Pará prendeu duas pe...

Suspeitos são presos no Pará por aplicar golpe com boletos e causar prejuízo de mais de R$ 50 mil a empresa em Goiás
Suspeitos são presos no Pará por aplicar golpe com boletos e causar prejuízo de mais de R$ 50 mil a empresa em Goiás (Foto: Reprodução)

Operação último boleto cumoriu mandados no Pará contra suspeitos de golpe em Goiás Polícia Civil do Pará/Divulgação A Polícia do Pará prendeu duas pessoas suspeitas de aplicar golpe e causar prejuízo de mais de R$ 50 mil a uma empresa de Rio Verde, em Goiás. Segundo a Polícia Civil, eles adulteravam boletos para desviar valores da empresa. A segunda fase da Operação Último Boleto foi deflagrada na terça-feira (10) para cumprir cinco mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão em Belém e também em Santa Izabel do Pará, região metropolitana da capital. Celulares foram apreendidos e devem passar por perícia. Até esta quarta-feira (11), dois suspeitos não tinham sido encontrados e seguiam foragidos. Um dos mandados foi cumprido contra um homem já detido desde a primeira fase da operação, em outubro de 2025. Veja os vídeos que estão em alta no g1 As investigações começaram ainda em junho de 2023 e identificou que os criminosos invadiam o sistema interno da empresa e adulteraram boletos legítimos. “O grupo obtinha acesso indevido a e-mails corporativos, interceptava comunicações e alterava dados de pagamento, utilizando documentação falsa para abrir contas bancárias em nome de pessoas jurídicas, com o objetivo de ocultar e dificultar o rastreamento dos recursos ilícitos”, segundo o delegado João Amorim, titular da Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos (DECCC). A primeira fase da operação também resultou em prisão, além de apreensões, incluindo de um carro de luxo. Os investigados podem responder por fraude bancária, baseado na adulteração de boletos para o desvio de valores de empresas. Carro apreendido durante a primeira fase da operação Último Boleto. PC